Mineração
Software agêntico sobre o dado que sua operação já gera
Os equipamentos já emitem. O problema não é medir: é que esse dado não chega a uma decisão, e termina em três plataformas que não se falam.
O escopo, em uma linha
Trabalhamos sobre o dado que os seus sistemas de controle já geram, junto ao fornecedor que os mantém.
Cada sistema de controle responde às normas do seu fabricante. Sobre o dado que já emite construímos o relatório, o alerta e a visão que a sua operação precisa.
O que construímos
Controle de combustível
Consumo cruzado com horas de operação e rota. Aparece a ineficiência, e também o consumo que não corresponde a trabalho nenhum.
Manutenção preditiva
Antecipa a falha do componente crítico sobre a telemetria que o equipamento já envia. Menos parada não programada.
Disponibilidade de frota
Horímetros, tempos ociosos e utilização real por equipamento. Encerra a discussão mensal com o contratante sobre quanto esteve disponível.
Relatórios ao contratante
Os relatórios que a mineradora exige, gerados do dado operacional em vez de refeitos à mão toda vez.
Visão computacional em campo
Uso de equipamentos de proteção individual e acessos a áreas restritas, sobre as câmeras já instaladas.
Integração de plataformas
O sensor, o ERP e o sistema de manutenção conversando. Hoje são três verdades diferentes do mesmo turno.
Assistente sobre procedimentos
Manuais, protocolos e normas consultáveis em linguagem natural, com a citação do documento e não uma resposta inventada.
O que avaliamos caso a caso
Há trabalhos que dependem do escopo concreto: em algumas variantes entramos, em outras o fornecedor certo é outro.
Controle de frota autônoma
Depende do fabricante do equipamento e dos seus ciclos de qualificação. Vemos que parte do dado podemos assumir.
Controle de processo de planta em tempo real
Terreno dos fornecedores industriais e do seu hardware. Revisamos qual integração é viável sobre o que já está instalado.
Hardware nem instalação de sensores
Somos a camada de software sobre o sensor que já está instalado. Se faltar sensor, coordenamos com quem o instala.
Avaliamos o seu caso: com os antecedentes à vista distinguimos qual variante podemos assumir e em qual lhe convém outro fornecedor.
Com quem falamos
Com o contratante de serviços de mineração e a empresa prestadora. Opera frota, paga o combustível, absorve o custo do equipamento parado e fatura por disponibilidade.
A grande mineradora já comprou sua plataforma. Quem presta serviço a ela segue, em boa parte, com planilhas — e é aí que o software se paga sozinho.
Vamos falar da sua operação
Conte-nos o que mede hoje e qual decisão ainda não consegue tomar com isso. O escopo real sai daí, não de um catálogo.